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Lombalgia: CREB tem centro específico para tratamento de doenças da coluna vertebral

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Lombalgia: CREB tem centro específico para tratamento de doenças da coluna vertebral

Mais de 90% da população mundial sofre, sofreu ou sofrerá de dor lombar em algum momento de sua vida. Trata-se da segunda causa que mais leva pacientes para as clínicas especializadas.

Segundo o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – e reumatologista da Universidade federal do Rio de Janeiro (UFRJ), os sintomas da lombalgia são: dor na região lombar (a região mais baixa da coluna, perto da bacia), sensação de queimação no local e dificuldade para ficar em pé ou se movimentar livremente.

Causas e tratamento da lombalgia

As causa da doença, segundo o Dr. Haim, podem ser de origem degenerativa, inflamatória, infecciosa, gestacional, congênita ou mecânico postural. “A lombalgia pode provocar dores fortes e constantes. E quando essas dores irradiam para um ou os dois membros inferiores, trata-se de uma lombociatalgia. O importante é ao menos sinal de dor procurar um especialista”, alerta o médico do CREB.

A lombalgia tem tratamento e a boa notícia é que os resultados podem ser excelentes. “Se a pessoa não buscar a ajuda médica, não praticar exercícios e não cuidar de sua postura, é possível que venha a ter problemas maiores como artroses, cardiopatias e hérnias de disco. Alterações na coluna vertebral, como as hiperlordoses – mais comuns nas mulheres – e a hipercifose torácica – frequente tanto no sexo masculino como feminino – são muito constantes. Quem sente dores regulares precisa primeiro conversar com o médico, para ser bem orientado”, diz o Dr. Haim.

Segundo ele, o tratamento prevê uso de medicamentos e técnicas fisioterápicas. O CREB conta com um centro específico para doenças da coluna vertebral, o CRC, com profissionais especializados e extremamente experientes no assunto. Os resultados alcançados pelo CRC têm sido excelentes, devolvendo aos pacientes a qualidade de vida perdida e eliminando os sintomas, principalmente a dor.


Osteoporose: Prevrefrat CREB acompanha pacientes para evitar a refratura

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Nada menos do que dez milhões de brasileiros são acometidos pela osteoporose, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). No mundo, esse número salta para mais de 200 milhões de mulheres portadoras da doença, o que causa nove milhões de frat...

Nada menos do que dez milhões de brasileiros são acometidos pela osteoporose, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). No mundo, esse número salta para mais de 200 milhões de mulheres portadoras da doença, o que causa nove milhões de fraturas anualmente nos cinco continentes, ou seja, uma fratura a cada três segundos, segundo a International Osteoporosis Foundation (IOF). A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), por sua vez, projeta para 2020 um quadro de 140 mil pessoas com fraturas osteoporóticas de quadril ao ano. Hoje, são 121.700 fraturas anuais.

Os números impressionam e demonstram a importância do tema. No dia 14 de novembro, o programa Bem-Estar, da Rede Globo, dedicou seus blocos ao assunto. Falou-se sobre os exames que calculam o risco de fraturas e osteoporose, falou-se sobre a osteopenia, doença que vem antes da osteoporose propriamente dita e, ainda, apresentou os cuidados que deve se ter em uma casa onde moram idosos, para que eles não fiquem expostos ao perigo de quedas e, consequentemente, fraturas.

Diagnóstico Frax

– Há um diagnóstico chamado Frax, criado pela Organização Mundial de Saúde, que calcula o risco de fratura nos próximos dez anos. O paciente responde a um questionário, com idade, sexo, peso, histórico de fraturas na família, hábitos de vida, entre outros itens, e diante das respostas temos um gráfico de risco. A partir daí, é indicada a realização de um exame chamado densitometria, rápido, indolor, não invasivo, que aponta até dez anos antes a osteoporose. Com esse diagnóstico rápido, podemos iniciar o tratamento e prevenir quedas e fraturas – explica o ortopedista Bernardo Stolnicki, coordenador do Prevrefrat, programa de prevenção da refratura do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Tudo o que foi falado no programa do Bem-Estar é apresentado no Prevrefrat, um programa com chancela da ANS (Agência Nacional de Saúde), que acompanha o paciente com osteoporose, oferecendo amplo apoio ao tratamento. “O Prevrefrat CREB consiste em diagnosticar adequadamente a causa da fratura por fragilidade, estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar. A osteoporose é uma doença que atinge homens e mulheres, geralmente depois dos 50 anos de idade, e que se caracteriza pelo aumento da fragilidade óssea e consequente maior propensão a fraturas. Estatísticas revelam que em todo o mundo, uma fratura osteoporótica ocorre a cada três segundos e que uma em cada três mulheres com mais de 50 anos terão fraturas osteoporóticas, assim como um em cada cinco homens durante suas vidas. Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para fraturas futuras. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado”, explica o Dr. Bernardo.

Os pacientes de osteoporose acompanhados pelo Prevrefrat recebem todo tipo de informação sobre alimentação, dicas de prevenção de acidentes, orientação sobre exercício físico regular e apoio ao tratamento propriamente dito. O CREB oferece, por exemplo, duas piscinas especialmente construídas para a prática de hidroterapia, muito adequada à terceira idade e pacientes com osteoporose. Oferece, também, um moderno e completo estúdio de pilates terapêutico. O Prevrefrat CREB tem como objetivo reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia. Adotamos protocolos consagrados de diagnóstico e tratamento de pacientes com fraturas por fragilidade óssea. A aplicação destes protocolos por nossos especialistas no CREB, nossa planta física e a eficiência nos serviços auxiliares indispensáveis ao programa conferem excelentes resultados na diminuição da incidência de fraturas subsequentes”, garante ele.


Joelho do corredor, uma das principais lesões provenientes do esporte

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Popularmente conhecida como “joelho do corredor”, a Síndrome do Trato Iliotibial é uma das mais comuns lesões que acometem corredores e ciclistas – profissionais e amadores.

Segundo as estatísticas, é a segunda lesão mais comum em joelhos de esportistas, atingindo 15% das lesões provenientes do esporte. “Trata-se da inflamação do tendão devido ao constante atrito sobre o côndilo femural, causado por repetitivos movimentos de flexão e extensão do joelho.

Os atletas mais acometidos são aqueles que apresentam fraqueza e desequilíbrio dos músculos flexores e extensores do joelho, o que sobrecarrega a função do trato iliotibial, que deixa de lado seu papel de músculo auxiliar do movimento, passando a fazer o papel de flexor e extensor do joelho”, explica o ortopedista João Marcelo, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – e do Clube de Regatas do Flamengo.

“O trato iliotibial é uma banda muscular originada no osso ilíaco do quadril e que estende-se por toda a face lateral da coxa, passando por cima do côndilo femural até a inserção do seu tendão no tubérculo de Gerdy na tíbia (face lateral do joelho). Ele tem a função de estabilizar o quadril e o joelho lateralmente e auxiliar o quadríceps a realizar a extensão da perna e os músculosisquiotibiais a realizarem a flexão da perna”, explica o Dr. João Marcelo. Segundo ele, a síndrome do trato iliotibal traz hipersensibilidade, sensação de queimação e dor na face lateral do joelho. Essas dores aumentam conforme o ritmo do movimento, e são comuns logo no início da atividade física. Posteriormente, podem limitar momentaneamente os movimentos de flexão e extensão do joelho. “As dores podem desaparecer após o repouso, mas sempre volta quando a pessoa volta a realizar seu exercício físico”, pontua o médico.

O tratamento do joelho de corredor utiliza anti-inflamatórios, repouso e fisioterapia

Para avaliar essa lesão, o médico fará exame clínico, testes de força muscular e também poderá solicitar exames de imagem de ultrassom e ressonância magnética.

“O tratamento utiliza anti-inflamatórios, repouso e fisioterapia. No CREB contamos com protocolos que podem incluir acupuntura e hidroterapia, além de pilates terapêutico. É preciso alongar e fortalecer a região, em busca do reequilíbrio muscular e articular. Treinar com dor não é nada saudável. O atleta, amador ou não, precisa procurar um médico ao menor sinal de dor. Porque se ele sentir dor, é porque algo está acontecendo”, finaliza.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619